quinta-feira, 28 de abril de 2011

Champanhe Mais Caro do Mundo

Champanhe mais caro do Mundo : Cerca de 200 garrafas pertencentes à família imperial russa,datadas de 1907, "naufragaram"juntamente como navio que as transportava. Posteriormente, foram recuperadas e vendidas aos hóspedes do Hotel Ritz de Moscovo, pela módica quantia de 275 mil dólare /garrafa, Parece que se esgotaram...
Elucida-nos Regina Cardoso

O Sorvete Mais Caro do Mundo

Sorvete mais caro do mundo: The Frozen Haut Chocolate. Confeccionado em N.York, Seredionpitys3. Era servido em taças de cristal, ornamentada a prata (o preço incluía esta, que se podia levar para casa)Composição - chocolate de 14 países diferentes, fios de ouro comestível de 24 quilates(5 gr.), trufas de "La Madeline au Truffie"enfeites? Diamantes com1quilate. Comia-se com colher de prata banhada a ouro (não sei se se podia levar para casa) Obs: A casa onde se vendiam e eram fabricados, foi encerrada pelas autoridades sanitárias por causa de ratos, baratas e varejeiras que infestavam o local de trabalho
 
Elucidou-nos Regina Cardoso

Restaurante Degrau Chá

Diz-nos José Luis Oliveira que é :
"NA ZONA MAIS in DA CIDADE DO PORTO"

Picanha com Feijão Preto

Ingredientes para 4 porções:
- 4 bifes de picanha;
- 1 lata de feijão preto;
- 1 cebola;
- 1 dente de alho;
- Salsa a gosto;
- 1/2 cubo de Caldo de carne
- 1 Chouriço de carne

Agora com tudo isto o que fazer:
Depois do feijão cozido, faz-se um refogado com a cebola e o alho picados, rodelas de chouriço e salsa. Estando feito, acrescentam-se os feijões cozidos e o cubo de caldo de carne esmigalhado e tempera-se de sal. Deixa-se cozinhar tudo mais um pouco até apurar.

Entretanto, grelham-se os bifes de picanha temperados com um pouco de sal.
Serve-se o feijão com a picanha e arroz branco seco.
Colocam-se umas rodelas de ananás ao lado.

Sugestão de TopoGigio Gigio

Robalo Assado no Forno com Batatinhas

Ingredientes para 4 pessoas:
2 robalos grandes do nosso Atlântico, frescos
2 cebolas
6 dentes de alho
azeite q. b.
sal q. b.
piripíri q. b.
3 colheres de sopa de polpa de tomate
1/2 copo de vinho maduro branco
1 folha de louro
4 rodelas de salpicão ou chouriço de colorau
Batatas q.b.
meio copo pequeno de whisky

Limpa-se o peixe de escamas e tripas.
Cobre-se uma assadeira com azeite, onde se juntam os alhos, as cebolas cortadas às rodelas, a folha de louro, o sal, a polpa de tomate, o vinho e o  whisky.
Coloca-se o robalo dentro e golpei-se no meio, onde se introduz as rodelas de chouriço ou  de salpicão  (como se vê na foto).
Dispõem-se as batatas à volta e depois de regar tudo com o molho que está preparado na assadeira, leva-se ao forno médio.
De quando em quando,  rega-se com o próprio molho e viram-se as batatas.
Quando pronto. serve-se com  arroz e uma saladinha ao gosto.
(O arroz aqui retratado é de favas e tomate fresco).


Sugestão de TopoGigio Gigio

Soufflé de Bacalhau

Depois de cozer meio quilo de bacalhau,tirar as peles e espinhas e passar pela máquina. Juntar, 250gr de batatas cozidas e esmigalhadas, a meia chavena (normal)de leite, uma colher de sopa de manteiga, 2 colheres de sopa de queijo ralado, 6 gemas e 6 claras batidas em castelo firme .Despejar numa forma besuntada com bastante manteiga e polvilhada com pão ralado. Deitar sobre o conteúdo da forma,uma pitada de queijo ralado. Levar a alourar em forno quente.

Receita cedida por Regina Cardoso

quarta-feira, 27 de abril de 2011

sobre o Colesterol


O ovo é um alimento com um alto nível de colesterol ou não será assim?
Os japoneses comem um ovo quase todos os dias e, segundo as estatísticas, têm uma das incidências mais baixas de doença cardiovascular.

O ovo tem um teor relativamente alto de colesterol - mas isso não é motivo para deixar de comer ovos. Os ovos são melhores do que a sua reputação. Um organismo saudável administra os seus próprios níveis de colesterol no sangue: Factores hereditários, excesso de peso, stress e falta de exercício físico têm uma influência muito maior nos níveis sanguíneos de colesterol.

O colesterol é um componente essencial para fabricação de hormonas endógenas, síntese de vitamina D, construção das paredes celulares e formação de ácidos biliares. O organismo produz essa substância preciosa por conta própria e reduz o volume produzido quando grandes quantidades são ingeridas na alimentação.

Coma ovos e não se preocupe.

Os ovos contêm lecitina, uma substância que se liga ao colesterol. Esse emulsificante natural liga-se ao colesterol tão rapidamente que o organismo só consegue absorvê-lo até um determinado limite. Até hoje, nenhum dos inúmeros estudos realizados conseguiu estabelecer uma ligação clara entre os níveis de colesterol, o consumo de ovos e a incidência de enfarte. Quem teria pensado nisso? Os japoneses comem um ovo quase todos os dias e, segundo as estatísticas, têm uma das incidências mais baixas de doença cardiovascular.

Guilhermina Rodrigues
www.portais.ws

Flores Cristalizadas - como fazer

UMA DICA PARA ENFEITAR BOLOS COM FLORES NATURAIS: DEPOIS DE BEM LAVADAS E ENXUTAS, PASSAR, COM UM PINCEL MERGULHADO EM CLARA BATIDA. NAS FLORES QUE SÃO DE IMEDIATO MERGULHADAS EM AÇÚCAR DE CONFEITEIRO OU GRANULADO (FICA MAIS GROSSEIRO, MAS NÃO DEIXA DE SER INTERESSANTE PARA CONTRASTAR COM AS OUTRAS). DEIXAR SECAR E FICAM PRONTAS PARA CONFEITAR BOLOS

Regina Cardoso

Lenda do Folar da Páscoa


Não se consegue precisar no tempo a origem da história do Folar da Páscoa. Sabe-se apenas que é muito antiga e segundo ela, uma jovem aldeã de seu nome Mariana, tinha como grande objectivo de vida, casar cedo.
Tanto rezou a Santa Catarina, que lhe surgiram dois pretendentes ao mesmo tempo: um lavrador pobre e um fidalgo rico. A única coisa que era comum aos dois era a sua beleza e juventude.

Indecisa quanto à escolha a tomar, a jovem pediu novamente ajuda a Santa Catarina.

Ambos os jovens pretendentes a pressionavam a escolher, tendo mesmo o jovem lavrador marcado o Dia de Ramos como data limite para a resposta.

Ainda segundo a lenda, no Dia de Ramos, os dois jovens pretendentes envolveram-se numa luta de morte e, Mariana acabou por se decidir pelo lavrador Amaro.

Contudo Mariana vivia preocupada e receosa porque constava que o fidalgo iria aparecer no dia de casamento para matar o seu Amaro.

Mais uma vez recorre a Santa Catarina, e ao que parece, a santa sorriu-lhe enquanto Mariana rezava.

Mais tranquila e agradecida, Mariana ofereceu flores à sua santa. Quando chegou a casa tinha em cima da mesa um bolo com ovos inteiros e as flores que tinha oferecido à santa, ao lado.

Aflita, Mariana dirigiu-se a casa de Amaro para lhe contar o sucedido, mas a este também tinha acontecido o mesmo.

Ambos pensaram que tinha sido obra do fidalgo e quando o procuraram para agradecer, constataram que a ele também tinham oferecido o mesmo.

É por isso que este bolo chamado folar se tornou numa tradição que é entendida como a celebração da reconciliação e da amizade.

Por isso no Domingo de Ramos os afilhados oferecem aos padrinhos um ramo de flores e recebem o folar no Dia de Páscoa.

assim nos conta a Regina de Oliveira Jordão

Páscoa Feliz!!


Onde quer que estejam desejo-vos uma feliz Páscoa... e à minha mesa irei-me lembrar deste Grupo onde todos os dias encontro motivos para sentir que vale apena acreditar na união entre as pessoas...

Francês - JOYEUSES PÂQUES
Tcheco - VESELE VANOCE
Alemão - SCHÖNE OSTERN
Espanhol - FELICES PASCUAS
Italiano - BUONA PASQUA
Macedônio - SREKEN VELIGDEN
Inglês - HAPPY EASTER
Grego - KALO PASKA
Chinês - OUAI HWO GIE QUAI LE
Árabe - EID-FOSS'H MUBARAK
Croata - SRETUN USKRS
Húngaro - Boldog Husveti Ünnepeket
Polonês - Wesolych Swiat
Sueco - Glad Påsk
Holandês - Gelukkig Paasfest
Norueguês - God Påske
Turco - Mutlo (eller Hos) Paskalya

desejos da nossa Administradora... a Regina de Oliveira Jordão

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A História das Francesinhas


As francesinhas nasceram no Porto, “inventadas” na década de sessenta por um emigrante regressado de França.

Ele decidiu dar um toque especial a uma receita tipicamente francesa, chamada "croque-monsieur". Esta especialidade típica é um snack muito apreciado nos restaurantes e cafés franceses.

Este iluminado homem teve a feliz ideia de improvisar e adaptar este prato aos nossos ingredientes e à nossa cultura, adicionando ao nosso paladar a magia de um molho que é a alma da receita.

Transformou um “simples” "croque-monsieur" em algo com mais alma, a transbordar de vida e de substância. Algo que qualquer português ou portuense nunca teria imaginado ser possível comer até à altura.

Depois do caldo verde, das tripas, da broa e do bacalhau à Gomes de Sá, eis então que nasce a única receita gastronómica original portuense do século XX. A Francesinha.

Este “estrondoso” prato é hoje em dia uma das mais apreciadas iguarias da cidade, e é a especialidade de vários restaurantes locais dos mais chiques aos mais populistas.

A francesinha é portanto um prato do povo, para o povo comer, e presentemente com imensas variantes de receitas, (com variantes inclusivamente vegetarianas imagine-se) mas sempre com o mesmo espírito, de maneira a satisfazer todos os diferentes gostos das nossas gentes.

A que patamar de popularidade nacional chegará esta receita será algo difícil de prever. Aquilo que de facto se pode dizer é que quem cá vem e prova, geralmente regressa.

Já inclusivamente houve um projecto de transformar a francesinha numa espécie de “pizza-hut” especializada, com entregas ao domicílio, projecto o qual parecia uma ideia fantástica, mas que não vingou, assim como a criação da cadeia de restaurantes “Francesinhas & Companhia”, que também já fechou as suas portas.

Poderá dizer-se que a francesinha pertence apenas aos restaurantes e cafés mais tradicionais do Porto ou sofrerá uma globalização ao país?

O futuro nunca se sabe, e uma coisa é certa: Cá estaremos nós a provar muitas e suculentas francesinhas, no restaurante ou em casa, no Porto ou em outro lado qualquer.

conta-nos o Topogigio Gigio

www.alunos.dcc.fc.up.pt

Batatas Doces é o tema!


Dependendo da variedade, entre as cerca de 400 disponíveis, a pele e polpa da batata doce pode variar numa gama de branco, amarelo, laranja, rosa e roxo, apesar das cores branco e amarelo ou laranja serem as mais comuns. Por vezes este legume adquire a forma clássica da batata, curta e arredondada, e por vezes adquire uma forma mais alongada e cónica.

A intensidade da cor está directamente relacionada com o índice de beta-caroteno que possui. O beta-caroteno, mais presente na variedade amarela ou cor de laranja, é utilizado pelo nosso organismo para produzir vitamina A, sendo por isso denominado de “provitamínico A”. As variedades com polpa rosa ou roxa, por outro lado, são uma boa fonte de antocianinas e têm a mais alta taxa de antioxidantes entre todas as espécies. Num estudo efectuado para esse efeito, a actividade antioxidante da batata doce de cor roxa foi 3,2 vezes superior ao do mirtilo. Curiosamente, a actividade antioxidante na pele da batata doce, independentemente da sua cor, é três vezes mais elevada do que na polpa.

As batatas doces são agrupadas em duas categorias diferentes, dependendo da textura que têm quando cozinhadas: algumas são firmes e secas, enquanto que outras são suaves e húmidas. Em ambos os tipos o sabor é doce e amiláceo.

A batata doce pertence à família das Convolvulaceae e o seu nome cientifico é Ipomoea Batatas.

www.alimentação saudável.org
exposição de Guilhermina Rodrigues

e a Regina Cardoso propõe:

Ricas em BETACAROTENO, vitamina C e B6,f olato e potássio.
Uma boa sugestão é assar. Depois de assadas (com a casca), dar um golpe para as rechear com resto que tenha em casa e não saiba o que fazer com eles. Pode pôr manteiga, maionese ou algum molho de carnes, Ketchup....

Para a mesa da Páscoa... um coelhinho!



ideia expressa por Regina Cardoso

Chagas

Como se aproxima o calor , as saladas são bem- vindas. Assim ,para as tornar diferentes ,proponho o uso de flores. Vou começar por uma: AGRIÃO-DO-MÉXICO ou Chagas, nastúrcio, capuchinha, flor-de sangue, etc.. Além de ser usada em culinária, é medicinal e ornamental. O seu sabor é picante. É bactericida, digestiva, expectorante, sedativa, rica em vitamina C. Da planta, a única parte que não se aproveita é a raiz .

assim nos conta a Regina Cardoso
e a Guilhermina Rodrigues aconselha:

'Não esqueçam, as flores para serem comestíveis TÊM DE SER ADQUIRIDAS EM SÍTIO DE CONFIANÇA, há locais próprios de venda de flores para culinária, ou do nosso quintal; não podem ter insecticidas ou outros produtos como as de decoracão.'

Preparação para a Páscoa: Vamos pintar os Ovos :)


1 - OVOS COLORIDOS

Deve apenas retirar os ovos do frio, apenas quando começar a prepará-los. Ponha os ovos numa só camada, numa panela com suficiente água fria, para que a água ultrapasse num dedo, a altura dos ovos. Tape a panela e quando começar a ferver, retire a panela do lume e deixe os ovos nessa água durante 15 minutos. Após o findar deste tempo, acrescente imediatamente água fria. Já pode decorar os ovos! No fim, os ovos terão de ir novamente para o frigorífico, até que chegue a altura de os pôr na mesa e comê-los.

  1. Pode desenhar nos ovos, os motivos que quiser, com lápis de cera. Tenha o cuidado para utilizar um lápis de cera branco, para o caso de não querer que se notem os contornos dos desenhos.
  2. Numa boa forma de reciclar lápis de cera já partidos, ou muito usados, deite os pedaços de lápis num recipiente que contenha água extremamente quente, verá que rapidamente, os lápis de cera começarão a derreter, até formar uma pasta líquida, bastante colorida. Mergulhe os ovos nesse recipiente e mexa com uma colher. Quando os ovos secarem, poderá aplicar-lhes um óleo vegetal e dar-lhes brilho com um pano macio.
  3. Compre diferentes cores de papel crepe. Mergulhe o papel em água muito quente, tendo o cuidado de utilizar para cada cor, um novo recipiente. Depois é só mergulhar os ovos nesses recipientes, que ficarão coloridos. Neste método, poderá também aplicar óleo vegetal e poli-los com um pano macio, para que os seu ovos da Páscoa fiquem brilhantes.
  4. Com uma vela acesa, deixe cair pingos de cera no ovo. Posteriormente, pode mergulhar o ovo num recipiente com a tinta dos lápis de cera derretidos. Pode ainda, depois dos ovos estarem secos, pintar os pingos de cera de outras cores.

2 – PINTAR CARAS EM OVOS

Faça um furinho redondo numa extremidade do ovo, para assim retirar os seu conteúdo. Nesse buraquinho, coloque um rolo de cartolina, verá que logo se irá assemelhar a um pescoço. Depois, cole massa enrolada (de culinária), a fim de parecer fios de cabelo. Pinte, dando duas demãos, as massinhas da cor do cabelo e o ovo, da cor da cara. Desenhe a cara do boneco com canetas de feltro, dando relevo aos contornos da boca e olhos. Pode ainda, se for um boneco, desenhar um laço no "pescoço" e se for uma boneca, fazer com papel de seda, um laço e colar nas massinhas. Posteriormente, pode encher o interior do ovo, com os reboçadinhos ou outros docinhos que escolheu (desde que sejam leves e pequenos). Para tapar a base, pode fazer um rolinho de papel de seda, da cor do laço.

Estes são dois tipos de utilizações que pode fazer você mesma, na decoração dos ovos de Páscoa. Os primeiros, para além de decorarem a mesa, servem também para comer na ceia da Páscoa. Os segundos, podem muito bem acompanhar uma lembrança de Páscoa. Servirão em qualquer um dos casos, para dar o seu toque pessoal.

cedido por Guilhermina Rodrigues

Revista 'Mulher Portuguesa'

Flores de Courgette

FLORES DE COURGETTE PASSADAS POR UM POLME DE FARINHA E OVO E FRITAS.
 UMA ENTRADA ,ACOMPANHAMENTO DE CARNES,PEIXE....

Sugestão de Regina Cardoso

Doce Prático

DOCE DE COLHER PARA PREGUIÇOSAS/OS OU PARA QUEM NÃO TENHA GEITEIRA NENHUMA. Uma embalagem de wafer/party sabor avelã ,250 gr de ovos moles,250gr de fios de ovos. Numa linda taça transparente ,pôr uma camada de cada coisa,deixando para último os fios de ovos .... enfeitar com miolo de avelãs..... Não preveni ? Os ovos moles e os fios de ovos ,há à venda!..... Ver se são do dia!

Sugestão de Regina Cardoso

Sobre o Pão de Ló...


O pão de ló) (também chamado de bolo esponjoso) é um bolo (por vezes, pode ser considerado um doce) à base de ovos, açúcar e farinha de trigo. Em Portugal, existem variedades regionais de pão de ló que se tornaram símbolos dessas regiões, como o de Alfeizerão, o de Ovar, o de Margaride e o de Arouca.
Ainda em Portugal, existe uma receita de bolo chamado "pão de ló à brasileira", bastante diferente dos tradicionais, principalmente por levar muito menos ovos.
Na Itália, o mesmo bolo chama-se pan di Spagna, pão de Espanha.
O bolo mais parecido com o pão de ló da culinária da Inglaterra e outros paises de idioma inglês, inclusive da culinária dos Estados Unidos, é o sponge cake.
Os primeiros portugueses que chegaram ao Japão no século XVI levaram consigo a receita do pão de ló, também chamado pão de Castela. Uma receita do mesmo, refinada ao longo dos séculos, tornou-se num dos doces mais típicos do Japão, o Kasutera.




O pão de ló de Alfeizerão
Alfeizerão é conhecida pelo seu famoso pão de ló, autêntico "ex libris" da terra, que o jornal "Ecos do Alcoa" designava, em 1932, por "pão de ló da tia Amália".



O pão de ló de Ovar
Ovar também é conhecida pelo seu pão de ló, especialidade regional que, do mesmo modo, é considerada como "ex libris" da cidade.

 História

Não se conhecem as razões do surgimento dessa iguaria em Ovar, apenas que tem origem conventual, especulando-se que alguma freira Vareira tenha divulgado a receita a algum familiar ou amigo residente em Ovar. Recorde-se que as comunidades monásticas, nomeadamente as femininas em Portugal, eram integradas por professas oriundas das melhores famílias do Reino, e que estas ocupavam o seu tempo conferindo originalidade e requinte no preparo de doçaria exótica destinada aos seus convidados ilustres.
Sabe-se, entretanto, que a confecção do pão de ló de Ovar é anterior ao século XVIII, sendo referido na obra "Os Passos", do padre Manoel de Oliveira Lírio: "Em 1781, são obsequiados com Pães de Ló de Ovar os Padres que levaram o andor na procissão dos Passos."
A iguaria encontra-se ainda referida na obra de Marques Gomes, no trecho relativo à então vila de Ovar: "Na confeitaria tornam-se notáveis o pão de ló e os ovos moles, rivais dos de Aveiro" ("Aveiro e seu Distrito", 1877. p. 290).
No século XIX a iguaria era confeccionada, com uma ou outra variação, por várias das famílias de Ovar, destacando-se a Arrota, a Virgílio, a Guedes e a Presódias.
Luiz de Oliveira Gomes, da família Arrota, criou o hábito de, nas quadras festivas do Natal e da Páscoa, presentar aos seus clientes e amigos com pães de ló de Ovar, que eram transportados em canastras próprias, cobertas com lona, dando origem a que, o fabrico da iguaria conhecesse incremento no segundo quartel do século XIX. Esse fabrico teve continuidade na pessoa de sua cunhada, Rosa de Oliveira Duarte e depois de seus filhos.
O fabrico, até ao final daquele século, era artesanal: a massa era batida à mão durante duas horas em alguidares de barro vermelho com uma pá de madeira, e cozido, em formas também de barro forradas com papel de linho branco, em fornos de lenha aquecidos com pinhas ou ramos secos. Para testar a temperatura do forno, era utilizada uma vara comprida, levando na extremidade uma tira de papel de linho branco, devendo permanecer no interior do forno durante o tempo de orar um pai-nosso, ocasião em que se invocava uma boa cozedura. Uma forma de tamanho médio consumia um arrátel de açúcar. Era tradição ainda que as pessoas da vila fornecessem ovos, açúcar e farinha de trigo, levando para si as claras restantes e pagando o chamado "feitio de fabrico". Para o transporte dos pães de ló, eram utilizados cestos ou tabuleiros utilizados exclusivamente para esse fim, guarnecidos por panos de linho bordados.

 Características

O pão de ló de Ovar tem o formato de uma broa, de massa muito leve e fofa. Na parte superior há uma finíssima côdea húmida, de cor levemente acastanhada (o "ló"), circundada por uma orla de massa cremosa em tom amarelo-ovo, com fragrância característica. É tradicionalmente envolvido em papel de linho branco


O pão de ló de Arouca
Em Arouca, mais concretamente na freguesia de Burgo, é preparado e vendido desde 1840 o chamado pão de ló de Arouca. Distingue-se dos outros pães de ló por ser preprado em formas rectangulares. É comercializado sob a forma de fatias embaladas individualmente. Antes de serem embaladas, as fatias de pão de ló de Arouca são envolvidas numa calda de quente de açúcar.

Por Guilhermina Rodrigues que ainda sugeriu : Gosto... mas duas fatias intercaladas de queijo da serra e um cálice de vinho do Porto ... gosto muito mais :)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Toucinho do Céu de Murça

500 g de açúcar
2,5 dl de água
130 g de miolo de amêndoa
130 g de doce de chila escorrida
18 gemas
1 ovo inteiro
açúcar para polvilhar

Leva-se o açúcar ao lume com a água, até ter ponto de pérola. Junta-se a amêndoa pelada e passada pela máquina e a chila. Ferve um pouco. Retira-se do lume e deixa-se arrefecer. Juntam-se as gemas e o ovo batidos e volta ao lume para engrossar, sem ferver. Vai ao forno a cozer, depois de completamente frio, em forma rectangular, untada com manteiga e polvilhada com bastante farinha. Por cima, polvilha-se também com farinha, depois sacode-se esta, desenforma-se e corta-se às fatias, que se polvilham com açúcar e se guardam em caixa forrada com papel recortado.

Receita do Chef Paulo Santos

Tomates Recheados com Barriga de Porco Fumada e Chouriço


ABRIR UMA TAMPA NOS TOMATES LAVADOS, RETIRAR AS SEMENTES (SEM OS ROMPER)

LEVAR 3CL DE AZEITE AO LUME, JUNTAR 100GR DE CEBOLA PICADA E 10GR DE ALHO PICADO. DEIXAR ALOURAR. ACRESCENTAR AS CARNES - 40GR DE CHOURIÇO E 40GR DE BARRIGA FUMADA.

DEIXAR APURAR. SALPICAR COM 100GR DE PÃO RALADO. COLOCAR OS TOMATES (6/8) NUM TABULEIRO (FORNO/MESA) E RECHEAR COM A MISTURA PREPARADA. COBRIR COM CUBINHOS DE QUEIJO DA ILHA (S. JORGE) (60 GR). LEVAR A GRATINAR COM FORNO A 250ºC

PODE SER UMA ENTRADA OU ACOMPANHAR COM ARROZ BRANCO E ALFACE

HÉLIO LOUREIRO - REGINA CARDOSO